terça-feira, setembro 27, 2005

Memorial do Convento 2 - Baltazar encontra João Amado?

João Amado: «O que precisamos em Portimão é de dar alma nova a esta gente»

quarta-feira, agosto 24, 2005

QUEM É O MENTIROSO ? QUEM É ?

7.000 VERSUS 1.942

sexta-feira, agosto 05, 2005

UM CASO FLAGRANTE DE GATO POR LEBRE

Foi hoje surpreendido por uma nota digital onde informavam que A Solução para Portimão, desculpem, a Associação Comercial de Portimão apresentou uma queixa no Ministério Púbico contra o empresário vermelho que quer construir o Retail.
Confesso que fiquei confuso.
Não percebi esta do Risadas.
Confesso que estava à espera de uma queixa da Associação, desculpem da A Solução.
Confesso que estava à espera que fosse contra o empresário vermelho.
Agora no Ministério Público?
Por causa do Retail?
A coisa na minha cabeça era mais na DECO.
Um caso flagrante de gato por lebre.
É que os Outdoors estão todos a cair.

terça-feira, julho 26, 2005

Uma Solução Sem Rosto – O Seu Melhor Rosto

A Solução para Portimão está aí. Fora do classe política-(in)dependente este movimento não existe, não se conhece. Essa é aliás a sua melhor virtude.
Cientes deste facto este senhores apresentam-se sem Rosto – esse sim o seu melhor Rosto.
Com uma imagem ultra-comercial, se o slogan fosse “lava mais branco” até pegava, este senhores pretendem protogonizar um movimento de grupo de cidadãos que querem o bem para Portimão.
No entanto, e para bem de Portimão, esse rosto vai aparecer e quando isso acontecer ninguém os vai perdoar.
Portimão vai ficar a perceber que esta campanha já começou há muito tempo e com recurso aos dinheiros dos comerciantes desta terra.
Quem não se lembra do Cartão de Boas Festas do Sr. Paulo Reis.
Comerciante é uma profissão honrada.
É bom que isto fique claro.

terça-feira, julho 19, 2005

Cobardes

A oposição que temos na nossa terra foi mais uma vez bastante clara naquilo que melhor a caracteriza. Incompetência e Cobardia.
No passado dia 17 de Julho estas mentes brilhantes andaram a poluir as caixas de correio de meio Portimão com um comunicado anónimo, falso e mal redigido onde basicamente se apelava à insurreição popular dos comerciantes e daqueles que têm consciência ambiental (podiam ter utilizado ao menos papel reciclado…)
Se os tivessem no sítio, se percebessem a dimensão que têm, tinha dada a cara. Mas não…
Não têm credibilidade, nem querem ter.
Não têm notoriedade, mas isso não interessa.
Não têm ideias próprias, preferem a argumentação estúpida de um candidato-parvo a vereador, que no dia a seguir à sua hipotética tomada de posse, certamente pedirá que lhe retirem confiança política.
O resultado está à vista.
Mais uma sessão da assembleia municipal onde se aprovou o que se tinha de aprovar, tendo como plateia os principais cromos da vida política portimonense.
O povo ficou em casa, certamente envergonhado pela arte política demonstrada.

quarta-feira, julho 06, 2005

Há coisas que não se fabricam.

Há coisas que não se fabricam, que surgem como subprodutos de algo. Não se fabricam vitórias, não se fabricam candidatos e muito menos se fabricam políticos.
A política é simplesmente o interesse público, não é mais nem menos do que isso. As vitórias, os candidatos, os políticos são e continuarão a ser subprodutos do interesse público.
A ausência desta percepção é hoje uma constante.
Mais do que uma constante é uma escola onde se formam os políticos de hoje e de amanhã.
Nessa escola aprende-se de tudo, modernas técnicas de guerrilha política, jogo de cintura, a técnica do dito por não dito, o contar das espingardas.
Nesta escola eu não quero andar.
Nesta escola só não se ensina é essa coisa chata e enfedonha que é a defesa do interesse público e do direito colectivo, sobretudo aquela parte em que os partidos e os seus militantes, gente responsável por suposto, devem ser os primeiros a protoganizá-la, nomeadamente interpretando a realidade e racionalizando-a através, entre muitas outras coisas, da apresentação do candidato que a este nível mais capital político têm. A partir daqui o resto são subprodutos.
Perceberam?
Se perceberam dêem-me razão, se não perceberam chamem-me ressabiado.

Hoje, muito pouco Manuel Dias

terça-feira, junho 28, 2005

A AZIA TEM DESTAS COISAS

POEMA DE RIMA BRONCA

O intelectual Quaresma,
De seu nome José
Não é
Como a pérfida Cloé,
Que foi mordida num pé.

Mas o intelectual Quaresma,
Odiando o Manel e o Dantas
Mostra a páginas tantas
Que tem raiva do Saraiva

O Saraiva é o cão
Que, não mordendo a Cloé,
Mordeu o prof. José,
Atingindo o coração

Então…
A víbora mordeu a Cloé
O cão mordeu o José…
E não tiveram febre nem nada,
…A bicheza é que morreu envenenada !

Augusto Gil, anedotas de Portimão